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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Edivaldo Rossetto "a pesquisa é a alma do negócio"



A pesquisa de mercado ainda é pouco usada pelos empreendedores, principalmente no interior do estado. Nas grandes empresas, não há possibilidade de um novo produto ser lançado, sem uma pesquisa do mercado consumidor e da concorrência. Já nos pequenos negócios, o empreendedor se lança ao sabor do acaso, investe sem conhecer profundamente os números que o espera e acaba passando por situações que poderiam ser previstas.


Uma boa pesquisa de mercado precisa entender o publico; quem é, como consome e quanto gasta. Entender a concorrência, o que ja existe, qual a qualidade, qual a avaliação que as pessoas fazem dela. Para assim, conhecendo as pessoas, sabendo como e onde elas consomem e principalmente, o que elas querem, traçar uma estratégia, um plano de negócio que faça sentido e tenha um caminho.


Pesquisa eleitoral


A grande maioria de "pesquisas" eleitorais que são realizadas, não são pesquisas, são enquetes. Uma pesquisa não é contar o número de pessoas e atribuir uma porcentagem. A base da amostra deve ser precisa, condizente com os dados demográficos. Um exemplo prático é se na sua cidade 20% do eleitorado é aposentado, 20% das entrevistas têm de ser com aposentados, qualquer diferença, para mais ou menos, já dará um resultado irreal.


Há também de se entender a diferença entre pesquisa quantitativa e qualitativa, perguntas abertas e fechadas. Na pesquisa qualitativa podemos entender o que a população espera de um candidato, saber qual aspectos que devem ser tratados na campanha e principalmente os que não devem. Entender a cabeça do eleitor é muito mais importante do que contar votos, que mudam todos os dias.


Parece uma conclusão simples, mas não é. Se for abrir um novo negocio, se for se candidatar a qualquer coisa, pesquise.

domingo, 28 de junho de 2015

O bar esta LOTADO

Entra no bar, nenhuma mesa vaga, caminha até o balcão e fala com o garçom, ele responde, não tem jeito o bar esta lotado. Pede uma bebida, encosta no balcão e analisa o ambiente, o pessoal é bonito mas com cara de gente chata. Fica? Vai embora? Não sabe.

Pega o celular, pergunta se o restante do pessoal esta chegando, avisa que o bar esta cheio, reclama que avisou que deveriam ir mais cedo pois estaria lotado. Espera. Ninguém chega, fica impaciente, vai ao banheiro.


No banheiro sozinho olha para o espelho, vê um cara de quase trinta a beira da loucura.
Com um soco quebra o espelho, se tranca no sanitário, corta os pulsos com as lascas de vidro, morre lentamente, enquanto apitando as mensagens no grupo seus amigos avisam que decidiram ir para outro bar. Aquele estava lotado.